sexta-feira, 19 de junho de 2015

Aula de Campo 7º ANO

 7º ANO, aula de campo em Alagoa Grande 











 Teatro

Queridos e amados 


Igreja 


Museu Jackson do Pandeiro 







 Teatro 





turminha 6º ano 2014 Desafios e alegrias com eles

 COMPENETRADOS
 ATIVIDADE COLETIVA





 momento lindo de descontração








 LINDÃO



SER ESCOLA

 A ESCOLA
Escola é...
o lugar onde se fazem amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo gente:
Gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora , é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,

ser feliz.


conto popular

ATIVIDADE COMPLEMENTAR -7 ° ANO – 2ºBIMESTRE

 CAUSOS são histórias contadas, representando fatos verídicos ou não, podem ser engraçadas, fantásticas ou com um toque de sobrenatural (representando fatos verídicos ou não), passadas de geração em geração e  fazem parte do folclore brasileiro.

O defunto vivo

Em alguns arraiais do interior mineiro, quando morria alguém, costumavam buscar o caixão na cidade vizinha, de caminhão. Certa feita, vinha pela estrada um caminhão com sua lúgubre encomenda, quando alguém fez sinal, pedindo carona. O motorista parou.
- Se você não se incomodar de ir na carroceria, junto ao caixão, pode subir.
O homem disse que não tinha importância, que estava com pressa. Agradeceu e subiu. E a viagem prosseguiu.
Nisto começa a chover. O homem, não tendo onde se esconder da chuva, vendo o caixão vazio, achou melhor deitar-se dentro dele, fechando a tampa, para melhor abrigar-se. Com o balanço da viagem, logo pegou no sono.
Mais na frente, outra pessoa pediu carona. O motorista falou:
- Se você não se importa de viajar com o outro que está lá em cima, pode subir.
O segundo homem subiu no caminhão. Embora achasse desagradável viajar com um defunto num caixão, era melhor que ir a pé para o povoado.
De tempos em tempos, novos caronas subiam na carroceria, sentavam-se respeitosos em silêncio, em volta do caixão, enquanto seguiam viagem.
Avizinhando-se o arraial, ao passar num buraco da estrada, um tremendo solavanco sacode o caixão e desperta o dorminhoco que se escondera da chuva dentro dele.
Levantando devagarinho a tampa do caixão e pondo a palma da mão para fora, fala em voz alta:
- Será que já passou a chuva?
Foi um corre-corre dos diabos. Não ficou um em cima do caminhão. Dizem que tem gente correndo até hoje.                                             
         
(Weitzel, Antônio Henrique. Folclore literário e linguístico. Juiz de Fora, MG. EDUFJF, 1995)

Após ler este causo, e tendo em mente a estrutura e os elementos da narrativa, responda:

1.O narrador dessa história  participa  como personagem sim ou  não? Justifique sua resposta com um trecho do texto.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2.Na frase “Se você não se importa de viajar com o outro que está lá em cima, pode subir”,
a) quem é o outro a quem o motorista se refere? _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

b) Como  as demais pessoas entenderam ?
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3. Onde se passa a história? ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4. Você tem coragem de entrar ou ficar dentro de um caixão? Por quê?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5. Se você fosse um dos caronas  em cima do caminhão e se  ouvisse, de repente, alguém falando ou saindo de dentro de um caixão, o que faria?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

¨.6. Circule os advérbios das frases a seguir  e indique o valor semântico :
A viagem ocorreu semana passada__________________________________________
O motorista dirigia cuidadosamente __________________________________________
Viajamos à noite inteira de caminhão __________________________________________
Não tive medo do cachão __________________________________________________
O segundo homem subiu no caminhão ______________________________________

.7 Rescreva as frases adicionando advérbios que expresse a circunstância  pedidas entre parênteses   

a. Eu dirigi muito (tempo ) _________________________________________________________________
b. Ela viajava pela noite.(intensidade) _______________________________________________________
c. O homem desceu do carro (modo ) _______________________________________________________
d. Ele viajou (instrumento) _________________________________________________________________ e. Estou em casa (negação) _______________________________________________________________________



ESTUDAR É O MELHOR CAMINHO,SEMPRE !! J
BOM TRABALHO !! 



ESCOLA M. DE ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL MACHADO DE ASSIS
CAMPINOTE -LAGOA SECA-PB         10-06-2015
Professora: Thaynã  Lustosa              Componente curricular : Língua Portuguesa - 6ºAno
Discente:   ___________________________________________________________ Nº________
                        
                                           ATIVIDADE  DE VERIFICAÇAÕ DE APRENDIZAGEM                           
O preço de um cheiro
 Um camponês foi à cidade vender seus produtos. Ao regressar, parou em uma pousada para descansar.
— O que deseja? — perguntou o dono, solícito.
— Um pouco de pão e vinho, por favor. Enquanto o dono atendia ao seu pedido, o camponês passou a observar o local. Havia no fogo uma carne que exalava um aroma    irresistível. Ele ficou com vontade de saborear o assado, mas não tinha tanto dinheiro...
Depois de um momento o dono da pousada voltou para trazer-lhe o pão e o vinho. O camponês bebeu o vinho, mas seus olhos não desgrudavam da carne suculenta. De repente, ele teve uma idéia: colocar o pão no vapor que subia do assado, para umedecê-lo. No momento em que ia experimentar o pão, foi interrompido por um grito:
— Você se acha muito esperto, não é? — disse o dono, zangado. — Terá de me pagar por isso também!
— Eu não lhe devo nada além do pão e do vinho — disse o camponês surpreso.
— E o cheiro da carne, não custa? — retrucou o dono, zangado.
— O cheiro da carne? — repetiu o camponês, espantado.
— Mas isso não custa nada!
— Como não custa nada? Tudo o que existe aqui é meu, inclusive o cheiro do assado!
A discussão chamou a tenção de um freguês.
— Quanto você quer pelo cheiro do assado?
— Cinco moedas! — disse o dono, satisfeito.
—Tenha dó! — exclamou o camponês, tirando o dinheiro do bolso. — Isso é tudo que eu ganhei por um dia de trabalho...
O freguês pegou as moedas do camponês e sacudiu-as diante de todos.
— Ouviu isso? Pronto! Já está pago.
— Como assim, já está pago? — admirou-se o dono.
— Por acaso este pobre camponês comeu a carne? Não! Apenas sentiu o cheiro do assado. Para pagar pelo cheiro do assado basta o som moedas!
Diante da risada geral, o dono da pousada ficou sem razão e concordou em não cobrar nada do camponês. E pior: ainda fez papel de bobo!
Conto popular
 Sobre o texto responda :
1) Assinale a frase que apresenta o mesmo sentido de: “A carne exalava um aroma irresistível.”
(    )    A carne liberava um cheiro estranho.
(    )    A carne liberava um odor insuportável.
(    )    A carne liberava um odor agradável a que não se podia resistir.

2) O    dono da pousada perguntou solícito: “O que deseja?” Assinale o tom de voz que ele usou.

(  ) áspero
(    ) rude
(   ) educado
(   ) grosseiro



3) Numere os fatos na ordem em que aconteceram no texto
(    )  O freguês explica que o camponês pode pagar o cheiro com o barulho das moedas.
(    )  O dono da pousada cobra pelo cheiro da carne e o camponês se recusa a pagá-lo.
(    )  O camponês coloca seu pão no vapor que sobe da carne.
(    )  Um freguês ouve a conversa entre os dois homens e sacode as moedas do camponês.
(    )  O camponês sente cheiro de carne assada.

4) a) É correto pagarmos pelo cheiro de algum alimento? Justifique.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5) O que você achou da  a atitude tomada pelo freguês que assistia à discussão do dono da pousada com o camponês?Comente.___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

6) Escreva ao lado de cada ação a que personagem se refere.

Defendeu o camponês _________________________
Atendeu o camponês __________________________
Chacoalhou as moedas ________________________

Colocou o pão no vapor ________________________
Cobrou pelo cheiro ____________________________
Bebeu o vinho _______________________________

Leia a tirinha : 

MENINOS CARVOEIROS leitura e interpretação

ATIVIDADE COMPLEMENTAR  9-° – 2ºBIMESTRE

LEIA :
 Os meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade.
 ― Eh, carvoero!
 E vão tocando os animais com um relho enorme.
 Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
 (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, do- [brando-se com um gemido.)
 ― Eh, carvoero! Só mesmo estas crianças raquíticas Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles...
Pequenina, ingênua miséria!
 Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
― Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
 Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados!

(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987.)

VOCABULÁRIO:    Alimária: animal irracional; bruto. • Aniagem: tecido grosseiro. • Cangalhas: peça de madeira forrada de couro em cujas hastes se dependuram sacos. • Encarapitado: posto no alto, em cima; empoleirado. • Relho: chicote de cabo de madeira.

ATENÇÃO : Assinale apenas uma alternativa em cada questão :
1. Sobre o Texto é verdadeiro o que se afirma em :
A) O tema do texto é As brincadeiras  infantis
B)O tema do texto é o trabalho triste e  inocente  dos meninos .
 C) O tema do poema é o comercio de carvão
D) O tema do texto é  os burros magrinhos

2. Em “E vão tocando os animais com um relho enorme.” a expressão em negrito tem o mesmo sentido que :


A) vão gritando.
 B) vão cantando.
 C) vão tangendo.
D) vão segurando.



3) “raquíticas” (verso 11) é o mesmo que


A) trabalhadeiras.
 B) brincalhonas.
 C) levadas.
D) Franzinas
 E) alegres.



4) O sujeito poético se refere aos meninos carvoeiros, chamando-os de “Adoráveis carvoeirinhos” (verso15), porque:
A) ainda conseguem brincar, apesar da miséria,
B) tudo o que fazem é engraçado, sendo crianças.
C) as crianças ficam cômicas sujas de carvão.
D) eles não levam o trabalho a sério e, por isso, não sofrem.
E) o trabalho deles faz com que os passantes fiquem agradecidos.

 5.No trecho “(...) trabalhais como se brincásseis!” (. 15), os verbos referem-se à 2a pessoa do plural vós. Se eles se referissem a vocês, como ficaria a frase?
 (A) Trabalham como se brincassem.
(B) Trabalhão como se brincassem.
 (C) Trabalhas como se brincas.
(D) Trabalhão como se brincas.
(E) Trabalham como se brincas.

6. No poema o autor expressa pelo trabalho dos meninos carvoeiros, um sentimento de :
 (A) ciúme      (B) raiva             (C) indiferença                (D) impaciência           (E) tristeza

7  De acordo com o poema, os meninos carvoeiros
 (A) mostram alegria e ingenuidade.
(B) demonstram revolta e desprezo.
 (C) explicitam melancolia e desespero.
 (D) apresentam desânimo e tristeza.
(E) expressam infelicidade e aflição.

8. Ao  caracterizar os burrinhos por meio dos adjetivos “magrinhos”, “velhos”  e “descadeirados”  caracterizam-se, também, os meninos, pois
 (A) relho usado pelos meninos machuca os burrinhos.
(B) peso dos meninos torna os burrinhos magrinhos e velhos.
(C) corpo dos burrinhos é velho como o dos meninos carvoeiros.
 (D) físico dos burrinhos só suporta a fragilidade dos meninos carvoeiros.

9 No verso “Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,” (. 17), o uso do acento circunflexo no verbo se justifica porque
 (A) “burrinhos”   está no plural.    (B) “madrugada”  está no singular.
 (C) “miséria”  está no singular. (D) “carvoeirinhos”  está no plural.



10. Entre o título “Meninos carvoeiros” e o verso “Eh, carvoero!”, verifica-se uma diferença que constitui um erro de grafia. Esse erro ocorre porque o autor:
 (A) se enganou na grafia.
(B) quis mostrar que essa palavra tem duas grafias corretas.
(C) pretendeu representar a fala dos meninos.
 (D) desejou respeitar a linguagem padrão.





BOM TRABALHO ! J